Consumo de batata-doce melhora as defesas do corpo

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Foto: Canstockphoto.

Boa opção de carboidrato para as refeições, a batata-doce apresenta algumas vantagens em relação à batata inglesa. “Apesar de ter maior valor calórico, a batata-doce tem maior teor de vitamina A e de cálcio do que a batata inglesa, e possui índice glicêmico (IG) menor. Isso significa que a digestão do seu carboidrato é mais lenta, diminuindo a absorção de glicose no sangue e dando sensação prolongada de saciedade e também vale ressaltar, que o efeito também ajuda na prevenção de diabetes e no controle do peso”, informa o nutrólogo André Veinert.

É simples ajudar as crianças a explorar o sabor e os benefícios desse alimento. “Existem inúmeras formas de agregar essa batata ao cardápio; assada, cozida, na sopa, como purê e inclusive em palitos. Evite preparar em imersão de óleo, o que pode diminuir os benefícios”, ensina o nutrólogo.

Mais nutritiva

Uma das substâncias presentes na batata-doce é o betacaroteno, que deixa o legume com a cor mais alaranjada se comparada à batata inglesa. “É um poderoso antioxidante que reduz o risco de doenças cardiovasculares e de tumores, reforça o sistema imunológico, melhora pele, cabelo e unhas. Ao ser ingerido, converte-se em vitamina A, que protege a visão”, diz a nutricionista Vanessa Franzen Leite. O alimento também possui vitamina C, outro antioxidante, e é rico em fibras, que melhoram o funcionamento do intestino.

A raiz é rica em amido, tipo de carboidrato que resiste à ação das enzimas no intestino e atrai as moléculas de gordura e de açúcar, retardando sua absorção e fornecendo energia por tempo prolongado. Mais força para a criançada brincar e estudar!

Varie!

O ideal é oferecer às crianças diferentes tipos de fontes de carboidratos. Arroz integral, mandioca, mandioquinha, batata inglesa, batata-doce, milho…Todos eles fornecem diferentes tipos de nutrientes, equilibrando a dieta. “A alimentação, principalmente na infância, deve ser diversificada, com várias fontes de carboidratos, gorduras, proteínas, vitaminas e minerais. Assim, fica mais fácil ofertar tudo o que é necessário ao bom desenvolvimento da criança”, explica André.

 

 

Texto de Marisa Sei

Fonte: André Veinert, nutrólogo

 

 

 

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