Brincadeiras fortalecem o vínculo entre pai e filho

Brincar é fundamental! Para a criança, funciona como um ensaio sobre o mundo. É onde ela pode desenvolver e ampliar suas percepções acerca de seu universo. Para os pais, um momento de formar vínculos, ser participativo na vida dos filhos e até mesmo soltar um pouco a imaginação e descarregar o estresse. E isso não é apenas papel das mães, não! Os pais também podem e devem abrir mão de sua postura mais durona e se entregar às brincadeiras. “As energias feminina e masculina são diferentes. Enquanto o feminino é mais do cuidado, das histórias, da suavidade, da ‘casinha’ (no bom sentido), o masculino é mais ´guerreiro´, aventureiro, corporal”, destaca a pedagoga Maria Lúcia Medeiros, coordenadora executiva do movimento Aliança pela Infância.

Claro que tanto mãe como pai podem brincar de tudo com a criança, mas o pai é aquela pessoa que tradicionalmente ensina a jogar bola, andar de bicicleta, de skate, subir em árvore… “O pai geralmente brinca com algo que tenha uma energia física mais envolvida, como empinar pipa, brincar de pega-pega ou outras brincadeiras de correr (costumamos chamar de brincadeiras agonísticas ou do fogo)”, diz a pedagoga.

Ela explica que o ato de brincar é sempre um fortalecimento de vínculos. Para o pai, estar presente nesta atividade ajuda a reforçar a afetividade, a confiança, o companheirismo, a cumplicidade. Ou seja, estreita a relação. “O filho percebe o pai como uma pessoa presente em sua vida, uma pessoa que pode confiar, admirar, imitar… O pai também entra no universo da criança, passa a conhecê-la e compreendê-la melhor”, frisa.

 

A pedagoga Maria Lúcia Medeiros dá algumas sugestões de como expandir a relação entre pais e filhos:

  • Construir brinquedos juntos, pequenas engenhocas.
  • Sair para uma aventura em um parque, em uma mata.
  • Praticar jogos de tabuleiros. Com os pequenos pode ser jogos da memória, dominó. Com os maiores, xadrez ou outros jogos de regras mais complexas.
  • Jogar videogame com o filho também vale. Faz parte da cultura de hoje em dia. “Mas restringir-se a isso é que é o ‘perigo’. A brincadeira sem “os aparelhos” propicia o olho no olho, o riso, a gargalhada, a conversa. O olhar de cumplicidade só acontece se estivermos juntos sem a intermediação da máquina”, explica a pedagoga.

 

Fonte
Maria Lúcia Medeiros, coordenadora executiva do movimento Aliança pela Infância

 

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