Saiba o que fazer para proteger seu filho das infecções

A febre é um sinal do corpo de que algo não está bem. Mesmo em casos em que ela não está alta, somente sua presença já é motivo para preocupação por parte dos pais. Em crianças pequenas a apreensão é ainda maior, já que é difícil que elas consigam expressar o que se passa. No entanto, é preciso agir com calma, pois estudos comprovam que febres e infecções são constantes até os três anos de idade.

 

Sem desespero

A maioria dos casos de febres costuma passar após alguns dias. Ainda assim, há pais que se desesperam ao primeiro sinal de alteração de temperatura, correndo para o médico mais próximo. “É preciso ter em mente que pronto-socorro não é consultório. Toda criança deve ter acompanhamento com um pediatra. Quando surgirem dúvidas, comunique o ocorrido ao profissional que orientará quanto à necessidade de atendimento de urgência”, frisa Natacha.

A especialista ressalta que a febre não é uma doença, e sim um sintoma, que pode ter ações não apenas negativas ao organismo, mas também benéficas, como redução da reprodução de vírus e bactérias e estímulo à atividade da imunidade. “Em geral, se a criança tem mais de dois meses, a temperatura não ultrapassa os 39,5°C e não há dificuldade em monitorar a febre, pois cede com antitérmico e tem duração menor que 72 horas”, afirma a pediatra.  

O quadro merece maior atenção quando há outros sintomas combinados, como gemência, vômitos e dificuldades para respirar. Nestes casos, há necessidade de avaliação médica com urgência. 

 

Como evitar

Algumas medidas são fundamentais para garantir que seu filho fique longe de febres e infecções

– Manter o aleitamento materno exclusivo até o sexto mês de vida, pois o alimento é rico em imunoglobulinas, que contribuem para a proteção contra diversas infecções.

– Evitar aglomerações.

– Vacinar conforme orientação pediátrica.

– Evitar idas ao pronto-socorro, onde há muitas pessoas doentes.

– Conservar o ambiente livre de fumaça de cigarro.

– Fazer sempre a higienização das mãos.

 

 

Texto de Natália Negretti 

Fontes: Giovanna Carpentieri, endocrinologista;
Natacha Sakai, pediatra.

 

 

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