A importância das interações entre pais e filhos

Em uma cultura de extremo apelo ao consumo como a nossa, é difícil uma família, nos primeiros anos de vida do bebê, não se convencer que, para se ter um filho, é necessário ter isso,  isso,  mais isso e aquilo. Bombardeados pela publicidade, muitas vezes sem perceber, relacionamos a felicidade dos nossos pequenos à quantidade de coisas que compramos para eles. Coisas que, na grande maioria das vezes, ele nem precisa. E o excesso de brinquedos prontos, pelo contrário, pode até mesmo prejudicar a imaginação e criatividade dele.

Bebês e crianças pequenas são exímios cientistas: exploram e criam inúmeras situações com muito pouco. Na primeira infância, ter menos brinquedo não é sinal de desigualdade de condições de desenvolvimento. Impacto negativo é ter menos possibilidade de interação com seus próprios pais. E, à medida que cresce, com a família expandida: outras crianças, a comunidade à qual pertence.

Crianças precisam ser nutridas por bons alimentos  e em quantidade suficiente, e também de boas oportunidades de conviver com as pessoas. Para isso, não bastam aqueles 15 minutos de pressa, não. Conviver exige tempo e disponibilidade. O que nós, adultos, muitas vezes não temos para entregar.

Por isso, no próximo aniversário de seu filho reflita sobre qual presente vai dar a ele. Para ver como você não estará sozinho nessa, assista ao vídeo “A importância das interações”, do documentário ‘O Começo da Vida’.

 

Fonte: Instituto Alana.

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