Alimentação saudável ajuda no desenvolvimento da criança

Para melhorar ainda mais o rendimento escolar, a alimentação merece cuidados especiais. Afinal, as crianças precisam de disposição para aprender e aproveitar o dia.

Nem sempre é fácil ingerir as porções recomendadas de frutas e vegetais, por isso é necessária muita criatividade nas refeições, além de contar com os suplementos vitamínicos, que preenchem as necessidades diárias de importantes micronutrientes  e  corrigem  eventuais  lacunas  nutricionais não atingidas pela alimentação habitual.

Para o bom desempenho do cérebro, a ingestão de vitamina E (óleos vegetais, ovos e leite) é fundamental, assim como a vitamina B1 (carnes, peixes, leguminosas e cereais) e a B12 (carne, ovos e leite). Esta última também é importante para a formação das células do sangue e para a síntese do DNA.

Segundo a gerente médica do Aché Laboratórios, Jana de Ameixa, para o crescimento e desenvolvimento saudáveis da criança, a dica é apostar na alimentação diversificada, composta de alimentos pertencentes aos quatro grupos principais: leite e derivados; carnes variadas e ovos; pães e cereais, e frutas  e  hortaliças.

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“Além da composição adequada de carboidratos, proteínas e gorduras, é fundamental estar atento à qualidade dos alimentos, para garantir a oferta adequada de micronutrientes, como as vitaminas, o zinco e o selênio. As vitaminas do complexo B, presentes em carnes, peixes, ovos e fígado, dentre outros, são particularmente importantes para o metabolismo e desenvolvimento cerebral”, explica doutora Jana.

A vitamina A é indispensável para o crescimento e o funcionamento do sistema imunológico, além de ser ótima para a pele e a visão. Ela pode ser encontrada no leite integral e seus derivados, na gema do ovo e em diversas verduras, hortaliças e frutas, como cenoura, abóbora, batata-doce,  mamão,  couve e agrião.

Já a vitamina C, presente especialmente em frutas cítricas, é um poderoso antioxidante que fortalece o sistema imunológico e auxilia na absorção do ferro. A vitamina D, por outro lado, tem como principal fonte o sol e é imprescindível para a saúde dos ossos, ajudando o organismo a assimilar o cálcio.

Cobre, zinco e selênio completam a lista e confirmam a importância de acrescentar ovos, leite e peixes para ter uma dieta mais rica e saudável, além de castanhas e outros frutos do mar.

A doutora Jana observa que uma alimentação pouco diversificada e repleta de guloseimas, como biscoitos recheados e sorvetes, pode  estar  associada  à  deficiência  dessas vitaminas e micronutrientes, chamada “fome oculta”.

“Há a diminuição de fatores protetores antioxidantes e um possível impacto no desenvolvimento de vários sistemas e órgãos da criança. A deficiência de zinco, por exemplo, está associada a uma piora no desenvolvimento intelectual”, finaliza.

Fonte: Jana de Ameixa, médica do Aché Laboratórios.

Este conteúdo é compartilhado pelo Programa Escolas do Bem, do Instituto Noa.

 

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