Sete dicas para uma convivência harmoniosa entre cães e crianças

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Imagem: Freepik.

Diversas pesquisas pelo mundo já provaram os benefícios em ter um animal de estimação, principalmente nos primeiros estágios da vida de uma criança. Segundo a Agência de Pesquisa e Assistência Médica do Governo dos Estados Unidos, conviver com um animal de estimação auxilia no desenvolvimento social e na melhora da auto-estima das crianças, além de ensiná-las a ter responsabilidade, empatia e respeitar os outros à sua volta.

Para ajudar os pais nesse processo, preparamos uma lista com dicas importantes para evitar mordidas, prevenir tombos, arranhões e ensinar como cães e crianças devem se comportar um com o outro.

 

1) Por mais bem comportadas que sejam, crianças são crianças. E é certo que em algum momento terão aquela grande ideia de demonstrar seu carinho apertando o pescoço do cão ou puxando seus pelos. É importante deixar claro para seu filho que ele não deve brincar dessa forma.

2) Ensine as crianças a não incomodar o cachorro enquanto ele estiver comendo ou dormindo. Nessas situações, o animal pode se sentir ameaçado por ter seu espaço invadido.

3) Socialize o cachorro, seja ele adulto ou filhote. Deixe o cão se acostumar com o ambiente e só depois aproxime a criança dele.

4) Quando o animal se comportar bem, recompense-o com elogios e petiscos. Repreenda-o caso ele comece a correr e fazer brincadeiras agressivas como morder ou pular na criança.

5) Na hora de repreender, coloque moedas dentro de uma lata de modo que faça barulho quando chacoalhar. No momento que o seu cão demonstrar um comportamento inoportuno, dê uma boa bronca dizendo enfaticamente a palavra “não” e no mesmo momento mexa a lata fazendo bastante barulho. Isso irá inibir os maus hábitos.

6) Inclua o cão na rotina da casa e principalmente nas brincadeiras cotidianas. Isso tornará a convivência mais prazerosa e reforçará o vínculo entre ele e seu filho.

7) Mesmo vigiando atentamente para que o cãozinho não pule nas crianças, em algum momento isso pode acontecer. Portanto, mantenha sempre em dia o corte das unhas do animal.

 

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49% das novas mamães não voltam ao obstetra no pós-parto

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Imagem: Freepik.

Ao decorrer da gestação as futuras mamães tomam todos os cuidados possíveis e não faltam a nenhuma consulta com o obstetra. Porém, no pós-parto, esquecem, na maioria das vezes, de que cuidar de sua saúde ainda é muito importante e acabam esquecendo de ligar para o obstetra e marcar uma consulta. Uma pesquisa feita pela Universidade Jonhs Hopkins, nos Estados Unidos, apontou que cerca de 49% das novas mamães não retornam ao médico após o parto. A preocupação faz com que a regularidade em consultas com o obstetra seja maior àquelas que tiveram uma gravidez sem riscos, mostra o estudo.

 

“O acompanhamento com o obstetra é essencial no pós-parto. Muitos problemas podem surgir nessa fase se não forem tomados os devidos cuidados que, certamente o médico que acompanhou toda gestação, saberá”, afirma o ginecologista Maurício Sobral. Dentre as complicações que podem aparecer neste período estão: anemia, infecção urinária, pressão alta, diabetes, alteração na tireoide e trombose. Além disso, o obstetra também consegue avaliar a saúde emocional da mãe e posteriormente encaminhá-la para sessões de terapia, se for o caso.

 

A primeira consulta após o nascimento do bebê deve acontecer até o 10º dia. É o momento em que o médico fará novos pedidos de exames e a mãe poderá tirar suas dúvidas. A segunda visita ocorre 30 dias depois, com os resultados dos exames em mãos, assim o profissional poderá aconselhar melhor a recém mamãe. Ao decorrer do tempo, se a mãe não desenvolver nenhum problema, o acompanhamento se realizará em intervalos mais longos, de 3 a 6 meses.

“Ao dispensar a avaliação médica, é colocada em risco a saúde do recém-nascido, cujo o sistema imunológico ainda está em formação. Logo, se a mãe não souber que está com algum problema de saúde o bebê ficará mais exposto a doenças. Especialmente em casos de infecções, que podem ser facilmente transmitidas. Por isso, é fundamental que as consultas sejam realizadas nas datas certas”, finaliza o especialista.

 

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Quatro aplicativos que ajudam no dia a dia dos pais

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Imagem: Freepik

Pequenos Criativos

O aplicativo permite fazer o upload de fotos dos desenhos, criações, trabalhos escolares, apresentações musicais e todos os momentos especiais dos pequenos. Os pais também podem compartilhar os registros e comentar os momentos de criação e alegria das crianças de forma simples e prática. É possível criar álbuns com as imagens e ainda convidar quem quiser para ter acesso às obras criativas: parentes, familiares, amigos e outras pessoas do convívio social. Apenas quem for convidado terá acesso ao conteúdo do perfil.

Compatível com o dispositivo: Android e IOS
Em português. Grátis
Desenvolvedor: Faber-Castell

 

Aprenda brincando

Ensina Mais Números é um divertido jogo para crianças e pré-adolescentes onde eles exercitam o cérebro com contas de adição, subtração, multiplicação, divisão e fórmulas das mais variadas. Para resolver é só selecionar uma das quatro opções apresentadas na parte inferior da tela e solucionar o maior número de questões dentro de um minuto. A cada acerto os pontos são somados e a cada erro os pontos diminuem. O jogo possui um ranking para testar seus conhecimentos e disputar com os amigos!

Compatível com o dispositivo: Android
Em português. Grátis
Desenvolvedor: Grupo Prepara

 

Organize suas viagens

Internet, smartphone e a tecnologia em geral podem ser grandes aliados de quem precisa planejar uma viagem. É o caso do Trello, ferramenta online de gerenciamento de projetos que permite compartilhar informações e tarefas entre os integrantes de um grupo por meio de uma rede colaborativa. É possível incluir nos quadros anexos, links, imagens, etiquetas coloridas, definir data e horário para a execução das tarefas listadas, check lists, etc. O sistema também permite fazer comentários e votações online, agilizando a tomada de decisões do grupo.

Compatível com o dispositivo: Android e IOS
Em português. Grátis
Desenvolvedor: Trello, Inc.

 

MãeGuru

Quer tirar dúvidas ou ajudar outras gestantes? O app MãeGuru é uma aplicativo social voltado para o universo das mães modernas e dinâmicas que fazem uso da tecnologia. Ele funciona como uma rede social exclusiva para mulheres.  Nele você pode compartilhar seu conhecimento e experiência com as outras mães. Homens são proibidos de acessar, para dar mais segurança e liberdade às conversas. Você também pode fazer perguntas, desabafos e conselhos através da postagem anônima.

Compatível com o dispositivo: Android e IOS
Em português. Grátis
Desenvolvedor:
 Ana Carolina Ruoppoli © 2016 Mãeguru

 

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Suco de Morango com Melancia é opção saudável e refrescante para as crianças

SUCO DE MORANGO COM MELANCIA

 

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Imagem: AdobeStock.

Ingredientes:

2 fatias bem grossas de melancia sem sementes (500 g)
10 morangos maduros
Folhas de hortelã (opcional )

Modo de Preparo:

  • Lave bem a melancia, os morangos e a hortelã.

  • Coloque os morangos, a melancia e as folhas de hortelã no liquidificador e bata bem.

  • Leve para gelar

Fonte: Projeto – Por Uma Alimentação Mais Saudável / TAUSTE.

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Como se forma o caráter da criança?

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Imagem: Freepik.

É comum caracterizarmos pessoas como “bom caráter” ou “mau caráter”. Mas o que quer dizer essa palavra e, o mais importante – quando o caráter se forma? Segundo a educadora Semadar Marques, ele é a soma dos traços e aspectos relevantes na maneira de ser e proceder de uma pessoa. “Pode-se dizer que é o seu perfil moral, a forma como ele irá gerar credibilidade através de seus valores e congruência de suas ações”, destaca.

O caráter começa a ser formado desde bem cedo, assim que a criança começa a ter consciência de si e de suas ações. “Então, a atuação positiva ou negativa dos pais ou cuidadores irá inferir naquilo que o indivíduo assimilará como certo em sua atuação no futuro”, afirma a educadora. Assim, tudo o que os pequenos observam, seja em casa, na escola, pela televisão ou em livros, acaba interferindo nessa formação.

O termo “caráter” se refere a um conjunto de fatores que levam a uma vida mais plena, satisfatória, produtiva e feliz, segundo o psiquiatra Gustavo Estanislau. “Esse conceito difere bastante de conceitos que associaram uma ‘vida satisfatória’ a uma vida voltada para o sucesso financeiro”, salienta.

Em constante desenvolvimento

Não é possível definir o caráter de uma pessoa por uma ação ou característica isolada. “Através do trabalho de pesquisadores como Martin Seligman e Christopher Peterson, consideram-se fundamentais 24 fatores que vêm agrupados em 6 categorias: sabedoria, coragem, humanidade, transcendência (que inclui aspectos voltados à espiritualidade, ao humor e à gratidão), justiça e capacidade de moderação”, lista o psiquiatra. Esses fatores podem se desenvolver em diferentes estágios da vida, mas na infância esse desenvolvimento tem um peso considerável, lembrando do valor do modelo dos pais e responsáveis na aquisição da maioria deles.

Ao longo da vida, contudo, eles podem ser modificados. “O que predispõe uma pessoa a melhorar suas falhas de caráter é a sua vontade de aprender com as lições negativas que essa postura costuma trazer e criar novos hábitos e posturas que gerem credibilidade e construam relações de confiança”, explica Samadar.

A base do desenvolvimento da criança é sempre proveniente do lar. O que ela recebe e absorve dos pais e responsáveis é o que tem peso maior na formação do caráter.

 

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Imagem: Freepik.

Estresse x Desenvolvimento

 

Assim como um bom exemplo em casa, afeto, aprendizado e outros estímulos positivos interferem na formação do caráter na infância, estímulos negativos também influenciam nesse desenvolvimento, como as situações traumáticas, que levam ao estresse. “O estresse excessivo é um grande inimigo do funcionamento cerebral, podendo levar uma criança a ter mais dificuldades em termos de autocontrole, por exemplo. Com dificuldades de autocontrole, o desenvolvimento de diversos aspectos que constituem o caráter (por exemplo, a capacidade de se manter persistente frente a um desafio) é colocado em risco”, revela Estanislau.

Segundo o psiquiatra, na infância as estruturas neurobiológicas e os modelos cognitivos estão em um momento mais primitivo do desenvolvimento, portanto, o estresse acaba sendo mais prejudicial. “Por exemplo, em uma situação de divórcio dos pais, uma criança pode fantasiar que nunca mais verá um dos pais, passando por um processo mais angustiante”, salienta. Dificuldades financeiras, brigas em casa, afastamento da escola, bullying, presenciar violência, entre outras várias situações são fatores potencialmente estressores.

“Qualquer experiência marcante pode influenciar ou não no caráter de um indivíduo. Mas um dos fatores mais decisivos será a forma como pais e cuidadores vão ensinar a encarar a adversidade: assimilando a situação de maneira positiva ou não”, diz a educadora.

Caso os pequenos não aprendam a assimilar as adversidades de forma positiva, na vida adulta a dificuldade para superar os traumas será maior – interferindo, assim, no caráter da pessoa negativamente.

Papel dos adultos

Desde o nascimento das crianças, pais e responsáveis já podem agir pensando no desenvolvimento delas até a vida adulta. Nos primeiros anos é possível, por exemplo, ensinar valores como a reciprocidade, a empatia e a generosidade, que constroem a capacidade de se colocar no lugar do outro. “É um grande indicativo de caráter e moral firmes. Educar através do exemplo, tentando ser melhor sempre e dar exemplos de cidadania, ética e moral elevada irá influenciar profundamente naquilo que a criança assimilará e acreditará como verdadeiro para o resto de sua vida”, acrescenta Semadar.

Os adultos precisam estar conscientes que a criança está atenta a tudo o que acontece ao seu redor e vai repetir a ação deles, mesmo que peçam ou ordenem para que ela não o faça. Por isso, em situações negativas (discussões, doenças, dificuldades financeiras, problemas familiares ou quaisquer outros), pais e responsáveis precisam refletir sobre como querem que a criança compreenda essas situações antes de reagir com emoções e atitudes.

Os pais devem educar dando bons exemplos, ensinando valores de reciprocidade, empatia e generosidade.

 

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Imagem: Freepik.

Formação na escola

 

A escola tem o papel fundamental de estimular e introduzir valores – já que a criançada passa grande parte do dia no local. Muito do que faz parte da formação do caráter, aliás, pode ser ignorado pela família, seja por falta de conhecimento ou de interesse em repassar à criança. Assim, educadores podem colaborar e muito.

“Falar de programas de construção de valores, inteligência emocional e empatia, criar vínculos e laços, trazendo a família para participar da vida escolar do aluno, oferecer oportunidades como bolsas, vagas no esporte – tudo isso é estímulo poderoso para influenciar positivamente família e alunos na construção de um caráter sólido e de um cidadão que fará a diferença de maneira assertiva em sua comunidade”, completa a educadora.

 

Por Marisa Sei
Nossas fontes:
Gustavo Estanislau, psiquiatra, especialista em Psiquiatria na Infância e Adolescência
Semadar Marques, educadora, especialista em Empatia, Inteligência Emocional e Propósito de Vida

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Faça curso gratuito de técnicas de contação de histórias

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Imagem: Freepik.

O Curso Básico de Técnicas de Contação de Histórias, ministrado pela contadora de histórias, Lívia Alencar, está disponível gratuitamente online. Lívia, que já foi contadora de histórias do Quintal da Cultura, ensina em seu curso como prender atenças das crianças durante o espetáculo.

Para mais informações, acesse o site curso.liviahistorias.com.br/cadastro.

 

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