Projeto “Férias Esportivas” oferece atividades para crianças e jovens

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O Sesc Sorocaba inicia o projeto Sesc Verão,  cujo objetivo é aumentar o número de pessoas que praticam esportes e atividades físicas e oferecer ao público um vasto cardápio de possibilidades para o corpo. Para as crianças e jovens de 6 a 15 anos o destaque são as Férias Esportivas, onde eles poderão participar de 14 modalidades oferecidas.

As atividades são divididas em cursos específicos com duração de quatro dias cada um, de terças a sextas-feiras, em vários espaços da Unidade, de 10 de janeiro a 03 de fevereiro de 2017. Todas as atividades são gratuitas. As inscrições devem ser feitas na Central de Atendimento.

São 4 turmas para cada modalidade, divididas por faixa etária: crianças entre 6 e 10 anos e crianças entre 11 a 15 anos. Cada turma terá 30 vagas. Confira a programação:

Atletismo (provas de pista)

Com Atletismo Sorocaba – de 10 a 13/1 – Campo de Grama Sintética

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Karatê

De 10 a 13/1 – Sala de Oficinas

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Pólo Aquático

Com instrutores de atividades físicas do Sesc Sorocaba – de 10 a 13/1 – Conjunto Aquático.

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Badminton

Com instrutores de atividades físicas do Sesc Sorocaba – de 10 a 13/1 – Ginásio

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Atletismo (provas de campo)

Com Atletismo Sorocaba – de 17 a 20/1 – Campo de Grama Sintética

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Ciclismo

Com instrutores de atividades físicas do Sesc Sorocaba – Estacionamento G2

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

– Para a semana de ciclismo as crianças e jovens devem trazer suas próprias bicicletas e capacetes.

Nado Sincronizado

Com Marcella Alves, técnica de nado sincronizado – de 17 a 20/1  – Conjunto Aquático

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Tênis de Mesa

Com 13 GR Eventos – de 17 a 20/1 – Ginásio

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Skate

Com equipe Swicth – de 24 a 27/1 – Anfiteatro

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Rugby

Com instrutores de atividades físicas do Sesc Sorocaba – de 24 a 27/1 – Campo de Grama Sintética

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Tênis

Com Guto Oliveira, professor de Tênis – de 24 a 27/1 – Ginásio

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Esgrima

Com Escola de Esgrima Abel Mélian – de 24 a 27/1 – Sala de Oficinas

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Tiro com Arco

Com Clube Ibirapuera de Arco e Flecha – de 31/1 a 03/2 – Ginásio

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

Beisebol

Com instrutores de atividades físicas do Sesc Sorocaba – de 31/1 a 03/2 – Ginásio

Turma 1: de 6 a 10 anos, das 8h30 às 10h.

Turma 2: de 11 a 15 anos, das 10h30 às 12h.

Turma 3: de 6 a 10 anos, das 14h às 15h30.

Turma 4: de 11 a 15 anos, das 16h às 17h30.

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Primeiro trimestre da gestação precisa de cuidado especial contra o zika vírus

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Imagem: Canstock.

Com temperaturas altas, batendo recorde nos últimos dias, e tempo úmido na maior parte do País, as gestantes devem redobrar a atenção ao mosquito Aedes Aegypti, transmissor do zika vírus. Tudo porque a fase mais vulnerável para contaminação de bebês é o primeiro trimestre de gravidez. Segundo a ginecologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Maria Luiza Mendes, quanto menor for o bebê em formação no ventre materno, maior será o risco de infecção pelo vírus.

“O primeiro trimestre da gravidez é o período mais delicado, pois o bebê fica totalmente vulnerável. É nesta fase que o Aedes Aegypti pode acarretar maior perigo, pois se alimenta do sangue obtido através da picada na pele da gestante, que por sua vez transmite o vírus por meio da placenta, atingindo o sistema neurológico do feto”, alerta.

Para complicar o quadro, os exames de rotina realizados pelas gestantes dificilmente detectam casos de microcefalia no início da doença. Somente a partir da vigésima semana de gravidez, o ultrassom pode possibilitar a identificação de alguma irregularidade. Com a autorização de um profissional, outro meio de diagnosticar o problema é a realização de uma tomografia computadorizada, que detecta casos de anormalidades estruturais do cérebro.

A médica alerta ainda que é possível evitar a aproximação do mosquito com medidas simples, principalmente em uma época como o verão e em cidades litorâneas – um dos maiores focos de proliferação do inseto. “O uso de repelentes é fundamental nesta e em qualquer época do ano. Recomenda-se respeitar um intervalo médio de 4 horas. É importante que as pessoas se informem e se conscientizem sobre a forma correta de aplicação na pele para não comprometer a eficácia do produto”, orienta.

Existem também outras formas de evitar o contato com o mosquito, como a utilização de blusas e calças compridas, que expõem menos a pele. Outra dica é tentar manter-se em áreas mais frescas ou com ar condicionado, pois, em muitos casos, o inseto não sobrevive em temperaturas mais baixas.

A microcefalia é caracterizada por uma malformação em que a criança nasce com o cérebro e o crânio menores do que o normal – dimensões iguais ou menores que 32 centímetros. Com o sistema nervoso central afetado, a doença pode causar atraso mental, alterações físicas como problemas de fala e dificuldades motoras, além de danos de memória e de raciocínio.

Embora a principal característica da microcefalia se mantenha no decorrer da vida, a partir dos primeiros anos de desenvolvimento da criança, as sequelas podem ser amenizadas com a ajuda de profissionais, como fisioterapeutas, fonoaudiólogos e terapeutas ocupacionais. Este tipo de trabalho é essencial para estimular as habilidades no decorrer do crescimento, já que não existe tratamento medicamentoso para a doença.

5 doenças que podem ser perigosas durante a gravidez

Durante a gestação, as futuras mamães devem frequentar todas as consultas do pré-natal e seguir uma vida saudável. Porém, é preciso ficar atenta a todos os sinais que o organismo dá e se importar com eles. Mal-estar, cólicas, febre e dores corporais, mesmo que leves, significam que existe algo de errado com o corpo, e no decorrer da gestação, todo cuidado é pouco. Esses sinais podem indicar a presença de fungos, bactérias, vírus ou protozoários no organismo da mulher, prejudicando a saúde dela e do bebê. Isso porque durante a gravidez, o sistema imunológico feminino sofre alterações que facilitam a proliferação de micro-organismos causadores de doenças, inclusive, aquelas capazes de atravessar a placenta e prejudicar o desenvolvimento do feto.

Pensando nisso, separamos 5 doenças que podem ser muito perigosas durante a gestação, listadas pelo obstetra e ginecologista Maurício Sobral.

1. Vaginose Bacteriana – É um distúrbio que afeta a flora vaginal e diminui os lactobacilos responsáveis por proteger a região, o que leva a uma produção de um corrimento de cheiro muito forte. E, de acordo com uma pesquisa feita pela Fundação Oswaldo Cruz, essa condição está associada com a ruptura da bolsa e o trabalho de parto prematuro. “Normalmente, a vaginose se desenvolve devido à baixa imunidade e o estresse. O tratamento é feito por via oral e o diagnóstico só é possível por meio de exames de análise de material coletado da vagina. Por isso, é importante estar com os exames íntimos em dia e manter uma vida saudável para garantir a boa imunidade”, explica o especialista.

2. Hepatite B – A doença está associada à cirrose hepática e também ao câncer no fígado. Para se prevenir, basta estar em dia com a vacina. São três doses que podem, inclusive, ser tomadas durante a gestação. Sua transmissão ocorre pelo contato com o sangue infectado e relações sexuais. Já o bebê, corre risco de contágio no momento do parto, por isso, se a mãe estiver infectada o recém-nascido é vacinado logo após a concepção. No entanto, a Organização da Saúde não contraindica a amamentação, mesmo que a mulher ainda esteja com o vírus.

3. Catapora – Se a infecção ocorre durante a gravidez é preciso ter cuidado, já que o primeiro contato com o vírus costuma ser o mais grave. No entanto, se for diagnosticada rapidamente, o tratamento não traz problemas para o desenvolvimento do bebê. Por outro lado, é muito importante ficar atenta, pois, se o vírus passar para o feto, pode haver sequelas no cérebro, pele e até risco de aborto. “É essencial que toda mulher que deseja engravidar esteja em dia com as vacinas para evitar complicações futuras. A catapora, por exemplo, é um risco possível de evitar facilmente e, que se tratado com negligência, pode ser muito perigoso para o bebê”, comenta o médico.

4. Toxoplasmose – A doença se manifesta por meio de diversos sintomas, como vômitos, gânglios pelo corpo e sinais comuns da gripe, o que dificulta o diagnóstico rápido. Uma das formas de transmissão mais comum é pelas fezes dos gatos. “É recomendável que mulheres gestantes não façam a limpeza de caixinha higiênica dos animais de estimação e também evitem o contato com gatos desconhecidos. Outra maneira de contrair a doença é pelo consumo de carnes cruas e verduras, legumes e frutas mal lavados”, explica. O risco de transmissão para o recém-nascido é de 25%. No entanto, se a infecção acontece no primeiro trimestre, 15% dos casos terminam em aborto. Já no segundo trimestre, 25% dos bebês manifestam problemas oculares.

5. Rubéola – Quando a doença atinge apenas a mãe, o tratamento é simples, basta utilizar analgésicos e antitérmicos indicados pelo médico. O grande problema é quando o vírus invade a placenta e infecta o bebê, pois o seu contágio pode causar anomalias graves, como surdez e danos na visão. E quando isso acontece, o acompanhamento com um especialista é imprescindível. Já que, de acordo com a Sociedade Brasileiro de Pediatria, mães que contraem a rubéola durante o primeiro trimestre têm 80% de chances de contaminar o bebê. A contaminação acontece por via respiratória e por meio de gotículas expelidas no ar. É indicado que antes de engravidar, a mulher faça a sorologia, um exame que permite saber se a pessoa está imune. E se caso não estiver, deve tomar a vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. “É importante lembrar que a vacina tríplice viral não deve ser tomada durante a gestação”, finaliza Sobral.

Gestantes possuem direitos previdenciários garantidos

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Imagem: Canstock.

As gestantes têm direitos trabalhistas estabelecidos na Constituição Federal e na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com o objetivo de garantir a proteção do emprego e a garantia de sua saúde e de seu filho. Os principais direitos da trabalhadora no período da gravidez são a estabilidade no emprego, da concepção até cinco meses após o parto, e a licença-maternidade remunerada de 120 dias.

O advogado Guilherme Ribeiro, especialista em Direito e Processo do Trabalho, destaca que a gestante também poderá ser dispensada do horário de trabalho pelo tempo necessário para a realização de no mínimo seis consultas médicas e demais exames complementares. “Existe também a possibilidade de mudança de função e atividades quando necessária em razão das condições de saúde. Ao retornar ao trabalho, é assegurada a concessão de dois descansos especiais de trinta minutos cada um para amamentação, até os seis meses de idade da criança, podendo ser prorrogado em caso de necessidade”, aponta.

O advogado observa que estas regras “constituem o mínimo garantido pela legislação, cabendo observar as políticas internas das empresas e ainda os instrumentos coletivos de trabalho, que podem ampliar ou prever outros direitos à empregada gestante”.

Segundo os especialistas, os direitos das gestantes estão ligados diretamente a preservação da saúde da mulher e da criança. As trabalhadoras gestantes também têm garantidos por lei a prioridade no atendimento médico, assentos preferenciais no transporte e em repartições públicas e o direito de ter parte das despesas adicionais custeadas pelo futuro pai.

 

Licença-maternidade

Outro importante direito garantido é a licença-maternidade que é obrigatório a todas as mulheres que trabalham no Brasil e contribuem para a Previdência Social. Ou seja, todas as empregadas com carteira assinada, temporárias, que atuam em trabalhos terceirizados e autônomos ou ainda em trabalhos domésticos e que realizam suas contribuições ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Também têm direito à licença as mulheres que sofrem aborto espontâneo ou dão à luz a um bebê natimorto, assim como as que adotam crianças.

O doutor em Direito do Trabalho e professor da pós-graduação da PUC-SP, Ricardo Pereira de Freitas Guimarães, explica que o afastamento na licença-maternidade é de, no mínimo 120 dias, e no máximo, de seis meses. Isso porque a Lei 11.770/2008 prevê a ampliação da licença de quatro para seis meses, mas a concessão do período adicional não é obrigatória e não foi aprovada para todas as categorias profissionais.

Guilherme Ribeiro reforça que a gestante que enfrente uma gravidez de alto risco deve procurar um médico capaz de avaliar sua situação e que, verificada o risco da gestação, emita atestado médico de afastamento pela quantidade de dias necessários. “Em sendo o afastamento superior a 15 dias, caberá ao empregador arcar com os 15 primeiros dias de afastamento, encaminhando a trabalhadora grávida ao INSS, que, diante da gravidez de risco concederá auxílio-doença pelo período necessário a proteção da saúde da trabalhadora e de seu filho”, explica.

Saiba como prevenir a lombalgia no último trimestre da gravidez

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Imagem: AdobePhoto.

O último trimestre da gestação é um período em que as mudanças no corpo são mais sentidas pelas futuras mamães. É neste momento que algumas alterações posturais causam certos desconfortos para as grávidas. A lombalgia gestacional, caracterizada pela presença de dor na região inferior e posterior das costas, é um sintoma comum entre as mulheres em período gestacional e costuma se acentuar nas últimas semanas de gravidez.

“Isto ocorre, pois há um deslocamento do centro de gravidade do corpo para frente, em consequência ao aumento da barriga, fazendo com que a mulher adote uma postura para compensar as alterações. Esta postura é caracterizada pelo aumento da curvatura lombar, chamada de hiperlordose lombar, que sobrecarrega os músculos da região, causando dor”, explica Regis Severo, fisioterapeuta.

Este é um processo natural do corpo humano frente a estas e outras alterações que acontecem no organismo da gestante. O exercício físico de leve intensidade, que serve para a melhora da postura, proporciona maior flexibilidade, força muscular e auxilia na redução destes desconfortos. Além disso, o uso de órteses abdominais pode ajudar na redução da sobrecarga aos músculos desta região e a uma menor pressão sobre a coluna lombar.

“A órtese é ideal para sustentar o peso da barriga sem comprimir o abdômen, reduzindo, assim, a pressão sobre a pelve e o nervo ciático. Além disso, também serve para aliviar a tensão sobre os músculos e ligamentos, diminuindo o desconforto nas pernas e costas”, afirma o fisioterapeuta. Vale ressaltar que é muito importante que tanto o uso da órtese abdominal, como a realização de exercícios físicos durante a gravidez sejam orientados por um profissional habilitado.

Aplicativo auxilia busca de vans escolares em Sorocaba

 

app-urbesCom a chegada de um novo ano, muitos pais já começam a pensar no período de volta às aulas de seus filhos. Para facilitar a busca por vans de transporte de alunos, a Urbes – Trânsito e Transportes disponibilizou gratuitamente o aplicativo “Urbes Escolar”, na cidade de Sorocaba (SP).

A ferramenta possibilita a pesquisa das vans escolares através da escola onde o aluno estuda ou do bairro onde mora. Ao escolher uma opção de instituição de ensino ou bairro, é possível ver a lista de condutores e veículos que fazem rota naquela região ou instituição de ensino.

O APP Urbes Escolar também dá a opção de pesquisa através do nome do motorista ou pela placa do veículo. As pesquisas feitas ficam armazenadas na memória do aplicativo.

O aplicativo está disponível para download nos sistemas Android e IOs no site da Urbes (www.urbes.com.br).

 

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