Conheça os benefícios do espinafre para as crianças

Uma alimentação equilibrada na infância pede variedade em vegetais, e folhas verde-escuras como o espinafre não podem faltar. Elas são ricas em ácido fólico, também chamado de folato ou vitamina B9, que está diretamente ligado à formação das células.

“É indispensável na formação e maturação das hemácias, componente importante do sangue”, destaca a nutricionista Edjane Consorte Cinto de Almeida. O ácido fólico ainda participa do bom funcionamento do sistema nervoso, ajudando a formá-lo desde quando o bebê ainda está na barriga. Por isso, o consumo de espinafre é indicado também para as gestantes e para quem está pensando em engravidar.

“As hortaliças devem estar presentes na alimentação diária pelo menos duas vezes ao dia”, indica a nutricionista. Para a criançada receber os nutrientes necessários para crescer e ter energia, o ideal é variar no consumo de folhas durante a semana. Inclua o espinafre em dias alternados, colocando no cardápio outras verduras, como couve, agrião e rúcula.

Espinafre e outras verduras folhosas também são fontes de fibras, que melhoram o funcionamento do intestino, e de polifenóis, que são antioxidantes. “O alimento também fornece vitamina A, essencial para a visão, crescimento e desenvolvimento dos ossos, imunidade, e possui função anticancerígena”, revela Edjane.

Potássio e magnésio complementam a lista de benefícios, participando, respectivamente, da contração muscular (e importante na fase de crescimento e alto gasto de energia) e do metabolismo de outros minerais como o cálcio e o ferro (essencial, portanto para o esqueleto se desenvolver forte e para afastar a anemia).

 Fonte: Edjane Consorte Cinto de Almeida é nutricionista.

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Cinco dicas para realizar exercícios físicos seguros na gravidez

 

O principal objetivo pelo qual muitas gestantes procuram a prática de atividade física nesse período é manter-se em forma. Ótima notícia é que além de cumprir com esse papel, os exercícios ainda trazem muitos outros benefícios.

“Melhoram a autoestima, diminuem o estresse e a ansiedade, mantêm e melhoram o condicionamento físico, diminuem as chances de diabetes gestacional e eclâmpsia e ajudam na recuperação pós-parto”, lista a personal trainer Roberta Sakamoto.

As vantagens se estendem à saúde dos bebês: segundo um estudo da Universidade de Montreal, no Canadá, grávidas ativas têm filhos com cérebros mais desenvolvidos do que as sedentárias.

Todas as gestantes, sejam as que queiram iniciar ou as que desejam manter uma atividade física, devem ter autorização do médico. “É preciso fazer uma avaliação da capacidade cardiovascular, a fim de se estabelecer qual a carga de exercício a que a gestante pode ser submetida sem implicação para a saúde do bebê”, avisa o ginecologista e obstetra Jurandir Passos.

Depois, é importante procurar um profissional capacitado da área de educação física, que deve acompanhar a prática do início ao fim. “Ele se preocupará em trabalhar com a maior segurança para a gestante e para o bebê”, diz Roberta, que ainda destaca a necessidade de se monitorar a frequência cardíaca da praticante.

Agora, veja algumas dicas para uma atividade segura na gravidez!

– Evite praticar mais do que 50 minutos seguidos de exercícios físicos. Estudos mostram que após esse tempo há queda de glicemia materna, o que pode gerar mal-estar durante a realização do exercício.

– Procure por academias ou estúdios que ofereçam programas específicos para gestantes. Nesses locais, os profissionais estão preparados e acostumados a lidar com casos especiais.

– Se optar por praticar alguma atividade sozinha, a caminhada é a mais indicada, desde que em locais seguros, sem obstáculos.

– Na academia, alguns exercícios devem ser substituídos – converse com o instrutor! Abdominais na posição deitada, por exemplo, podem causar desconfortos e outras posições que fortaleçam os músculos da região devem ser adotadas.

– O Pilates é uma das técnicas mais indicadas para grávidas, pois ajuda a fortalecer o assoalho pélvico, o que evita a incontinência urinária e colabora com o parto normal.

Fontes: Jurandir Passos é ginecologista e obstetra do Lavoisier Medicina Diagnóstica; Roberta Sakamoto Contesini Facchim é personal trainer.

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Quatro benefícios da meditação para crianças

A hiperconectividade de jovens e crianças na atualidade tem trazido diversos problemas relacionados a fatores psicológicos e de relacionamento. Consciente dos benefícios no bem-estar e da melhoria nos relacionamentos interpessoais que a meditação traz, a idealizadora do projeto MindKids, Daniela Degani, resume alguns dos benefícios trazidos pela meditação para crianças:

Melhora na atenção

Quem medita obtém melhora na atenção, o que também reflete em tarefas que exigem concentração, como a resolução de exercícios na escola ou de tarefas no dia a dia;

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Meditação pode ser praticada em casa, ao ar livre ou até mesmo na escola.

Maior compaixão

Quem pratica o mindfulness (termo que também pode ser utilizado quando falamos de meditação e que significa “atenção plena“) tende a ajudar mais o outro e ter mais compaixão, não só com quem está ao redor, como também consigo mesmo.

Equilíbrio emocional

A prática da meditação ajuda a diminuir a impulsividade,  favorecendo  respostas  pensadas.

Mais calma

A meditação também reduz o sentimento de estresse e ajuda a lidar com a ansiedade e desconfortos causados por situações sociais estressantes, ocorram elas no ambiente escolar ou familiar.

Fonte: Daniela Degani, idealizadora do projeto MindKids.

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Seis benefícios que a natureza traz aos pequenos

Em um mundo cada vez mais urbanizado e “virtual”, com smartphones, tablets, shoppings e mil e uma atividades extracurriculares competindo pelo tempo das crianças, menos oportunidades elas têm de se conectar com o meio ambiente e tirar proveito dessa grande escola que é o mundo natural. Mas isso pode mudar!

Brincar ao ar livre proporciona maior gasto de energia, o que contribui para a qualidade do sono, tão importante para a fase de crescimento, além de prevenir a obesidade, que vem aumentando a cada dia na população infantil. O oposto — a carência de natureza — empobrece o repertório da infância e reduz estímulos sensoriais, o que mais tarde poderá influenciar a capacidade de aprendizagem, a criatividade e auto regulação do indivíduo.

A idealizadora e fundadora do blog “Educando tudo muda”, Ana Lucia Machado, lista abaixo seis benefícios que a natureza traz aos pequenos. Veja!

1- Aprender a lidar com os riscos

Numa floresta, as possibilidade de se divertir são tão vastas quanto o risco de se machucar.  Subir em árvores, atravessar córregos pulando de pedra em pedra, explorar troncos caídos, escalar barrancos, tudo isso envolve algum risco e faz com que as crianças desenvolvam resiliência e a autossuficiência, ambos traços que podem ajudá-las a superar desafios na vida.

2- Valorizar a natureza

Quanto mais uma criança passa tempo em meio ao verde, maior a chance dela se tornar um adulto que aprecia e protege o meio ambiente. Um estudo da Universidade de British Columbia com jovens adultos descobriu que 87 por cento dos entrevistados que brincavam ao ar livre em contato com a natureza quando pequenos ainda mantinham o amor pela natureza na idade adulta. Além disso, 84 por cento desses jovens adultos disseram que cuidar do meio ambiente é uma prioridade para eles.

3- Acalma e concentra

A natureza tem um efeito calmante e restaurador que torna mais fácil para as crianças se concentrarem. Observar as folhas que correm no riacho ou a fila de formigas carregando alimento para o formigueiro são atividades que exigem atenção dirigida dos pequenos.

4- Mais resistência a problemas respiratórios e alergias

Pesquisas também indicam que a falta de contato com a natureza torna as crianças mais susceptíveis a desenvolver asmas e alergias. Espaços verdes possuem uma série de bactérias e microorganismos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico dos seres humanos.

5- Melhora o desempenho escolar

Estudos nos EUA mostram que as escolas que usam salas de aula ao ar livre e outras formas de educação experiencial baseadas na natureza promovem ganhos significativos no desempenho dos alunos nas mais variadas disciplinas, dos estudos sociais às artes e matemática.

6- Diminui a agressividade

Mais do que embelezar a paisagem urbana e filtrar poluentes nocivos à saúde, as áreas verdes podem ser poderosas aliadas no combate à agressividade de adolescentes. Mesmo exposições de curto prazo a áreas verdes (de um a seis meses, por exemplo) em um raio de um quilômetro da residência já eram suficientes para influenciar positivamente o comportamento, apontou uma pesquisa publicada na revista científica da Academia Americana de Psiquiatria da Infância e Adolescência.

Fonte: Ana Lucia Machado, idealizadora e fundadora do blog “Educando tudo muda”, focado em projetos educacionais de cuidados e valorização da primeira infância e reconexão da criança à natureza.

 

 

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Conheça os benefícios do leite para as crianças

 O leite é o alimento com maior concentração de cálcio, mineral que age diretamente na formação da massa óssea. E cerca de 70% dela é formada até a adolescência. Por isso, ele se torna um alimento fundamental durante a infância. Também é fonte de minerais, como potássio (importante para o equilíbrio dos fluidos corporais e as contrações musculares), o fósforo (essencial para a formação óssea e o fornecimento de energia para as células) e o magnésio (que auxilia na absorção das proteínas e em outros processos no organismo da criança).

O leite também é fonte de vitamina A, que aumenta a imunidade, combate doenças de pele e melhora a visão; vitamina B1, que ajuda no funcionamento cerebral e cardíaco; vitamina B2, que protege contra a anemia e outras vitaminas do complexo B, que ajudam no crescimento e no ajuste do sistema imunológico.

Os iogurtes, além de conservarem as características nutricionais do leite, também contam com a presença de probióticos. A maior popularidade do iogurte está no fato de ser fácil de tomar, pode apresentar um sabor mais agradável, apresenta aspectos nutritivos e benefícios à saúde numa boa medida, além de contribuir para o consumo de proteínas. Também é rico em cálcio, fósforo, potássio, zinco; além de conter algumas vitaminas do complexo B. O iogurte integral contém ainda boas quantidades de vitamina A. Muitos, hoje em dia, são enriquecidos com mais cálcio e vitamina D.

Os queijos também são alimentos fundamentais para uma vida saudável, fonte dos nutrientes encontrados no leite.  Porém, tanto para iogurtes como para queijos é necessário ter muito cuidado nas escolhas. No caso dos iogurtes, opte por aqueles com menos ou sem açúcar adicionado, com menor número de conservantes, aromatizantes e outros ingredientes industrializados. Já para os queijos, opte  por aqueles com menor teor de gorduras e sódio.

Dicas de lanches:

– Suco de frutas natural + pão de forma integral com queijo fresco
– Água de coco + biscoito salgado integral com cream cheese + fruta
– Iogurte + aveia + fruta
– Fruta + pão de queijo caseiro

 

Fonte: Dra. Patricia Canineu, médica nutróloga da ENVIVA Consultoria em Saúde e Nutrição.

 

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Conheça os riscos e benefícios da vitamina D

Osteoporose, artrite, asma, autismo, esquizofrenia, depressão e fraqueza muscular. Você consegue imaginar que essas doenças tem algum fator em comum? Ambas se caracterizam pela falta de vitamina D no organismo. Pesquisas recentes apontam que ela está interligada a diversos tecidos do corpo e a 2.600 genes do genoma, inclusive células do sistema cardiovascular. Com os avanços tecnológicos foi possível perceber também que a principal fonte de vitamina D é uma espécie de hormônio produzido no nosso corpo ao entrar em  contato com o sol que produz o colecalciferol.

Para manter  vitamina D em níveis estáveis é necessário tomar 15 minutos de sol por dia, nos horários em que a emissão de raios UV está menor, porém esse tempo varia de acordo com a tonalidade de pele.  A vitamina D influencia consideravelmente no sistema imunológico, sendo uma das melhores combatentes de doenças autoimunes. A falta da vitamina D favorece na aceleração de 17 tipos de câncer.  

Com chegada da próxima estação onde o clima encontra-se fresco e úmido, o deficit da vitamina D colabora para resfriados e gripes.  

A deficiência de vitamina D pode acarretar em diversos problemas de saúde, dentre eles problemas cardíacos, osteoporose, câncer, e doenças autoimunes como esclerose múltipla e diabetes tipo 1. Já para as gestantes, a deficiência de vitamina D aumenta o risco de aborto, favorece a pré-eclâmpsia e eleva as possibilidades da criança ser autista. “Além dos minutos de sol recomendados, existem alimentos como ovo, frutos do mar, salmão, figado de boi e cogumelos, que são ricos em vitamina D e podem ajudar em caso de deficiência”, explica o nutrólogo Maximo Asinelli. 

Fonte: Maximo Asinelli, nutrólogo.

 

 

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